Questionado pelo Expresso sobre a transparência de processos anteriores que geraram polémica, o presidente Nuno Vassallo e Silva afirmou, após a apresentação do plano estratégico do Centro Cultural de Belém para os próximos quatro anos, que “nomeação direta” não faz sentido nestes cargos. Instituição quer ainda reduzir a dependência do Estado, através da diversificação das fontes de financiamento, e alcançar novos públicos até 2030