“O socialismo fracassou porque negou a religião”, confessou Lula da Silva em 2024, no documentário O Apocalipse nos Trópicos. O mea culpa do Messias da esquerda não foi por acaso: num Brasil de 186 milhões de crentes, ignorar o sagrado é o caminho mais curto para o abismo eleitoral. Mas será que esta lição de sobrevivência tropical poderá ser a nova bússola da esquerda global?