O Parlamento israelita aprovou uma lei que cria duas estruturas legais para a aplicação da pena capital, quer o réu seja palestiniano ou israelita. Quem a defende argumenta que há que dissuadir o terrorismo e minar o incentivo aos raptos. Os críticos dizem tratar-se de mais uma ferramenta discriminatória no sistema de apartheid em vigor. Portugal considerou a lei “um retrocesso civilizacional”