Ministério Público acusa o designer que atirou um cocktail molotov durante a Marcha Pela Vida, em março, de incêndio, ocupação ilegal de edifícios devolutos, vandalismo, terrorismo urbano e sabotagem a plataformas imobiliárias. Chegou a tentar criar um partido político depois de perceber que no PS a sua visão de “extrema-esquerda” não era aceite e já falava em cocktails molotov em 2022