Os atrasos na 1ª fase da classificação dos exames e a criação de uma época especial em setembro obrigaram a mudanças no calendário do acesso ao ensino superior. Alunos que só ficaram colocados na 2ª fase terão semanas de matéria dada por recuperar, grupos de trabalho já formados e momentos de avaliação em risco. O Ministério diz que cabe a cada instituição decidir como apoiar estes alunos