Ronaldo é, antes de tudo, uma marca global que vale seguidores, camisolas, direitos televisivos e muito dinheiro. Uma força comercial que inverteu as hierarquias. Portugal estava refém de um capitão que precisava da seleção para exibir a marca e de uma Federação que precisava da marca para alimentar o negócio. Só que ter fãs não é o mesmo que ter rendimento. Como ele sempre soube, para chegar onde chegou. Tudo isto era evitável, mas a gestão do ocaso de Ronaldo deixava antever este final