Ministro das Finanças revelou no Parlamento que o dono da Zara se sentia confortável com o negócio na REN e que, se um privado tivesse proposto a compra da participação, não a teria vendida. Fizeram-no porque “se tratava de um pedido do Estado”. Governo escolheu este accionista para negociar "para ser mais fácil atingir 20%" da REN