Há cerca de um mês, e em menos de dois dias, mais de 70 mil pessoas passaram ilegalmente de Marrocos para Ceuta. Entre cinco a oito mil ainda estão no território e os residentes exigem alguma normalidade. O medo é agora que haja doenças a espalharem-se entre a população, mas ministério da Saúde diz que não há razões para alarme