A lógica é simples. Na compra dos ingredientes, exige-se e regista-se a fatura para deduzir o IVA e ter despesas. Na hora da venda ao cliente, o documento fiscal não é emitido. O resultado? Custos inflacionados para vendas declaradas residuais, gerando prejuízos artificiais que inquinam qualquer análise séria sobre a saúde financeira do sector