O futuro do Ártico será, em grande medida, um teste à capacidade das democracias ocidentais para conciliar segurança, cooperação e sustentabilidade. A nova postura canadiana revela a vontade de Otava de enfrentar esse desafio através de uma Aliança Atlântica mais presente na região, capaz de reforçar a dissuasão perante a Rússia e, ao mesmo tempo, de enquadrar a segurança do Norte num quadro menos dependente da relação bilateral com Washington