Aquilo que projectamos na queda da Idade do Bronze será, porventura, o nosso próprio receio de que uma ordem global, interligada e frágil, se esteja a desmanchar, e fica no ar uma pergunta que o filme tem o bom gosto de deixar sem resposta: se essa convicção é lucidez, ou se é antes a vaidade, o gozo secreto de ser a nossa época a viver o fim de uma era