Primeiro a Harry, depois a Ingrid, seguiu-se a Joseph, a destruidora Kristin, a Leonardo e, por fim, a Marta. Chamam-lhe "tempestade-mãe". Em janeiro deste ano, atravessou Portugal, deixando um rasto de destruição. Leiria, Marinha Grande e Alcácer do Sal foram dos locais mais afetados. Passaram seis meses e a reconstrução faz-se a um ritmo mais lento do que a urgência da vida