O antigo chefe de gabinete da Presidência ucraniana, que se demitiu no final de 2025 na sequência do escândalo de corrupção conhecido como caso "Midas", é suspeito de ter participado num esquema de branqueamento de cerca de 8,9 milhões de euros em subornos do setor energético, alegadamente investidos na construção de moradias de luxo nos arredores de Kiev