Luís Duque de Almeida deixou o cargo há menos de um ano. Olhando para trás, admite ao Expresso que houve falta de planeamento e que o ministro decidiu avançar com a correção eletrónica dos exames nacionais sem avaliar o projeto-piloto. Antes de sair, deixou um aviso à tutela: este ano letivo “não seria fácil” se se avançasse com a correção digital