Perante as críticas à gestão da crise da água em Almada, Inês de Medeiros garante que as medidas para reforçar o abastecimento não foram tomadas de emergência e anuncia novos furos de captação, enquanto atribui os cortes a um aumento sem precedentes do consumo e acusa o Seixal de ter dificultado soluções para o problema