Os títulos falam em reforma do Estado, em simplificação, em balcões únicos. Além dos títulos, o país real: a sala de espera vazia, os funcionários desocupados, a senha que nunca é chamada. E a resposta que cai como sentença: só atendemos por marcação. Escrevi sobre isto em 2022, quando parecia uma anomalia nascida da pandemia. Quatro anos depois, é doutrina oficial de um Estado que fechou a porta ao cidadão e lhe chamou modernização