Fernando Alexandre tem razão: os pais foram imprudentes ao marcar as férias. Acreditaram no calendário do Ministério. O sistema de correção digital já tinha sido testado e já tinha falhado em 2025, com o exame de Filosofia. O ministro não ligou aos avisos. Repete um padrão: começa por negar o problema, transfere culpas e acaba a prometer auditorias. Apesar das discordâncias, julgava que este ministro salvaria a honra do convento de um governo impreparado. Também fui imprudente