Os Açores e as Ilhas Faroé surgem como arquipélagos com trajetórias distintas, mas com funções convergentes num Atlântico Norte cada vez mais decisivo para a política internacional. Mais do que periferias oceânicas, estas ilhas afirmam-se como pontos centrais de uma nova geografia estratégica euro-atlântica, onde segurança marítima, ciência, energia e comunicações ganham relevância