Perante uma grande catástrofe, muitos países querem enviar ajuda. Para evitar a desorganização, a ONU criou um sistema de coordenação das equipas envolvidas nas operações de resgate. “É simples e funcional”, elogia um operacional português que participou no apoio à Turquia, após o sismo de 2023. “Há uma ideia de romantismo em relação às equipas internacionais, mas nós trabalhamos numa probabilidade de vida muito baixa. Salvamos muito pouca gente.”