O barril de petróleo Brent regressou na semana passada a valores em linha com os que registava antes do conflito no Médio Oriente e da crise no estreito de Ormuz, mas as recentes descidas não se mostram suficientes para fazer baixar os preços finais dos combustíveis para os níveis de fevereiro, com as cotações internacionais dos refinados ainda em patamares acima dos que tinham há quatro meses