Foram oito décadas de certeza, em que, em última instância, os Estados Unidos estariam lá. Na Europa, essa certeza está em ruínas, sobretudo após as notícias de retirada de parte dos meios aéreos e navais americanos destacados para a NATO. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, anunciou uma revisão de seis meses da presença militar dos EUA e deixou avisos aos aliados. Depois disto, a Europa só pode culpar-se a si, garantem os analistas