Homem passou dois dias detido e quando foi presente ao juiz não havia procurador para o interrogar. Foi libertado sem qualquer medida de coação e acabou por comparecer voluntariamente uma semana depois, já com uma procuradora presente. PGR garante que “interrogatório não se realizou por motivos alheios ao MP”, mas advogado do arguido assegura que o tribunal o informou de que não havia “procurador”.