Na Viralgen, em San Sebastián, células vivas são transformadas em vetores virais usados em terapias genéticas inovadoras. Algumas terapias já são aplicadas em pacientes com hemofilia, atrofia muscular espinhal ou cegueira hereditária, e outras ainda estão em ensaios clínicos para doenças como Parkinson ou insuficiência cardíaca. Produzir estes vetores é complexo, envolve várias etapas e, no final, cada dose pode custar milhões de euros