Isabel dos Santos aproveitou um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa para reforçar a sua defesa. Num comunicado divulgado esta quinta-feira, afirma que a decisão rejeita alegações de fraude e confirma que a aquisição da empresa portuguesa, em 2015, foi financiada através de crédito concedido por bancos privados, e não com fundos públicos de Angola