Nas atuais circunstâncias, não há condições para um líder mais à esquerda no PS. Mesmo que vencesse as eleições, dependeria de um PSD pressionado à direita. O PSD radicalizou-se para responder ao crescimento da IL e do Chega. Por isso, é preciso polarizar fora do PS – com rostos vindos de fora da vida política dos últimos dez anos – e recuperar os votos perdidos para Chega. Só depois de reequilibrar um sistema que funciona como um balancé haverá alternativa