Abril, guerras mil – e há um ogre a querer dançar | Público | Cultura | Artigos e Notícias
Depois de trocar a paz das pombas pelo “pás” das bombas, o que ocupa o ogre é deixar o seu nome gravado em tudo o que mexa. Opinião de Nuno Pacheco
2026-04-23 05:00:00
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