Pegando no chavão “é um pássaro, é um avião?”, sobre Prince poderia perguntar-se: “É um músico de R&B? Ou de rock? É homossexual? Heterossexual? Pansexual? A primeira estrela musical do futuro? A última estrela de um passado que não volta? É negro? Ou branco?”. Mas Prince é, simplesmente, Prince. Um género de um homem só, concluía Rui Miguel Abreu num artigo publicado em maio de 2014 e recuperado a propósito dos dez anos volvidos sobre a morte do génio de Mineápolis. Ouça também uma playlist das 50 melhores canções de Prince, mais 100 pérolas além dos ‘hits’