Cinco mortos na praia do Osso da Baleia, mais duas vítimas num pinhal ali ao pé. Em meia dúzia de horas, Victor Jorge fez aquilo que tanta vez avisou que podia fazer: matou. Primeiro, um grupo de jovens e, por fim, a mulher e a filha mais velha. Ainda tentou fazer o mesmo com a mais nova. “No homicídio há sempre violência, mas não me lembro de nada como isto. A morte é a morte; mas um tiro de zagalote no coração é uma coisa, levar paulada até morrer é outra”, diz Diamantino Carvalho, ex-inspetor da Polícia Judiciária. Este é o sétimo episódio do podcast “Aqui Há Crime”, com Júlia Pinheiro e a jornalista do Expresso Marta Gonçalves