A comunicação falhou porque está vocacionada para a propaganda, não para a gestão de crises. Só cinco dias depois o governo conseguiu parecer mais do que uma multidão de ministros a deambular pela zona centro. O filme de Leitão Amaro não foi um deslize, foi um automatismo, que o número de Nuno Melo confirmou. É o que sobra em dois anos de PowerPoints e governação por percepções. Isto não é um governo. É uma agência de comunicação com poderes executivos